Sobre

Administração

Chefe do Departamento
Profº. Raphael Augusto Teixeira de Aguiar

Subchefe do Departamento
Profª. Adalgisa Peixoto Ribeiro

Secretária Administrativa
Cleusa Maria dos Santos

Horário de funcionamento
07h30 às 12h e 13h às 17h

Câmara Departamental

Prof. Raphael Augusto Teixeira de Aguiar
Profª Adalgisa Peixoto Ribeiro

Docentes na categoria professor titular: Efetivo e suplente

Prof.Geraldo Cunha Cury
Profa. Eliane Dias Gontijo
Prof. Tarcísio Marcio Magalhães Pinheiro
Profa. Waleska Teixeira Caiaffa
Profa. Eli Iola Gurgel Andrade
Profa. Sandhi Maria Barreto

Docentes na categoria não titular: Efetivos e suplentes

Profa. Carolina Gomes Coelho
Profª Alzira de Oliveira Jorge
Profª Veneza Berenice de Oliveira
Profª Lidyane do Valle Camelo
Profº Flavia Bulegon Pilecco
Profa. Aline Dayrell Ferreira Sales
Profª Mariângela Leal Cherchiglia
Profª Luana Giatti Gonçalves

Representação discente

Victória Soares Bartolomei (Titular)
Léo Dantas Sitibaldi (Titular)
Vinícius Antônio Pereira (Suplente)
Gustavo Domingos Melo Pinto (Suplente)

Tecnico Administrativo

Cleusa Maria dos Santos

Núcleos:
Observatório de Saúde Urbana
Nucleo de Saúde e Paz
Nucleo Saúde e Trabalho
Germinal – Grupo de Pesquisa em Doenças Crônicas e Ocupacionais?
Grupo de Pesquisa em Epidemiologia (GPE)
Grupo de Pesquisas em Epidemiologia e Avaliação em Saúde (GPEAS)

Extensão
Projeto Frutos do Morro
Projeto Manuelzão

Histórico

Breve histórico

O Departamento de Medicina Preventiva e Social (DMPS) da Faculdade de Medicina nasceu inspirado pelas ideias veiculadas no Seminário de Ensino da Medicina Preventiva, realizado em Viña del Mar, no Chile em 1955, transformadas em proposta de criação do Instituto de Higiene e Medicina Preventiva apresentada à Congregação da Faculdade em 1958.

Em 1960, o Instituto foi transformado em Departamento. Nos anos 70, o DMPS teve atuação importante no processo de transformação do ensino médico na Faculdade de Medicina, orientado para a formação do médico generalista, em estreita vinculação com o “mundo real” dos serviços de saúde nas comunidades, reforçando a integração docente-assistencial.

Inúmeras iniciativas pioneiras vêm contribuindo para sintonizar a formação dos médicos e de outros profissionais de saúde com as Políticas de Saúde orientadas pelos princípios da igualdade e equidade associadas, por exemplo, a excelência do Internato em Saúde Coletiva (“Internato Rural”).

Na interface com a comunidade e integração com os serviços de saúde, o DMPS tem desenvolvido inúmeras iniciativas bem sucedidas, com reconhecimento nacional e internacional no campo da Saúde Pública e Saúde Coletiva. Destaca-se o Núcleo de Educação em Saúde Coletiva (NESCON/DMPS/FM) que tem um programa de qualificação em larga escala para a Atenção Primária, envolvendo gestores e trabalhadores do SUS. O NESCON tem parcerias com a Universidade Aberta do SUS (UNA-SUS/UFMG).

O Programa de Pós-Graduação em Saúde Pública foi criado em 1993, com uma área de concentração em epidemiologia, em nível de Mestrado, tendo como objetivo formar profissionais capazes de elaborar projetos de pesquisa e programas de saúde pública amparados no estado da arte dos conhecimentos científicos buscando constituir instrumentos para compreender o processo saúde-doença, analisar os resultados obtidos e elaborar políticas para intervir na saúde e qualidade de vida das coletividades.

Entre 1999 e 2001 foram criadas as áreas de concentração em Política de Saúde e Planejamento e Saúde e Trabalho. Em 2002 foi implantado o doutorado em Saúde Pública, com área de concentração em Epidemiologia. Atualmente, o Programa em Saúde Pública está com a nota 6 pela CAPES, consolidando um Programa de excelência na Universidade Federal de Minas Gerais.

O Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência foi criado em 2011 na modalidade de Mestrado Profissional e tem como eixo organizativo a Promoção de Saúde, entendida como abordagem ampliada de saúde – social, política, econômica, cultural, integral, intersetorial – fundada na práxis de autonomia de sujeitos que se reconhecem reciprocamente e adotada como principal estratégia de prevenção da violência, que por sua vez, se expressa em múltiplas faces e diferentes formas de manifestação, designadas como quaisquer situações de rebaixamento de sujeitos à condição de objeto, mediante qualquer tipo de dominação, coerção, ameaças, agressões e/ou negligência. Atualmente, o Mestrado teve a sua primeira avaliação do quadriênio recebendo a nota 4 pela CAPES.

Nos seus 57 anos, o Departamento de Medicina Preventiva e Social está presente de maneira marcante não só no âmbito de pesquisa, mas também na extensão por meio de projetos temáticos para a sociedade como o Projeto Manuelzão, Abraçarte, Pró-Saúde, Projeto Passagem, entre outros.

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