Uma comitiva de Angola, liderada pelo general médico Ayres Africano (foto 2), chefe dos serviços de saúde das forças armadas daquele país, se reuniu na Faculdade de Medicina, esta semana, com representantes da UFMG, Fhemig, Faculdade de Ciências Médicas e Fundação Lucas Machado, além de representantes do sistema de saúde pública local.

O objetivo do encontro foi buscar parcerias que viabilizem implementar um programa de capacitação de Recursos Humanos em Angola, visando reestruturar o serviço de saúde do país.

Segundo o professor Francisco Rubió Panadés, do Departamento de Medicina Preventiva e Social, da UFMG, um dos idealizadores do programa, durante 40 anos de conflitos Angola teve a formação de seus profissionais de saúde direcionada para a urgência e emergência. Agora, em tempos de paz, há necessidade de uma formação mais ampla.

Novos encontros estão previstos para dar continuidade à iniciativa, que prevê, entre outros pontos, transferência de tecnologia e investimentos em laboratórios da UFMG.

QUEM PARTICIPOU
Participaram, de Angola, quatro oficiais médicos da Direção de Saúde e um oficial da Diretoria de Ensino do Estado Maior das Forças Armadas, assim como três alunos de pós-graduação angolanos. Da UFMG, além da Diretoria da Medicina, a diretora de relações internacionais, representando o reitor, o diretor de Ensino, Pesquisa e Extensão do Hospital das Clínicas, os coordenadores da Residência Médica e da Pós-Graduação em Infectologia e Medicina Tropical, e vários outros professores. Também participaram o diretor da Faculdade de Ciências Médicas, o diretor do Hospital Universitário São José, a coordenadora do “Ciências Médicas Virtual”, além do diretor da Fundação Lucas Machado, mantenedora da faculdade particular. E a coordenadora da Residência Médica em Infectologia do Hospital Eduardo de Menezes, da Fhemig, e representantes do Sistema Público de Saúde.

Redação: Marcus Vinicius dos Santos – Jornalista

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