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Pesquisa investiga impacto do uso de aplicativos na prática médica – Faculdade de Medicina da UFMG

Faculdade de Medicina

Universidade Federal de Minas Gerais


Médicos e estudantes de medicina podem responder a questionário online para ajudar na análise de ferramentas de compartilhamento de mensagens

 

Estudo analisa como aplicativos de mensagem são usados na prática médica. Imagem: Reprodução – Pixabay

Um estudo realizado pelo Centro de Telessaúde do Hospital das Clínicas da UFMG com apoio do Departamento de Clínica Médica da UFMG (CLM) investiga o impacto que o uso de aplicativos de mensagens instantâneas tem na prática médica e nas relações médico-paciente. O trabalho intitulado “Impacto do uso de aplicativos de mensagem instantânea para smartphones na prática médica” é coordenado pela professora do CLM, Milena Marcolino.

A pesquisa é totalmente anônima e baseia-se em um questionário disponível online destinado, exclusivamente, para médicos e estudantes de medicina. Os profissionais e alunos interessados em contribuir para o estudo podem responder ao questionário.

Segundo a professora Milena, o estudo é muito importante para entender os efeitos que o uso dos aplicativos de envio de mensagem tem tido na prática médica. “Sabemos que o WhatsApp e outras ferramentas estão sendo muito utilizadas, no entanto temos que analisar se os impactos são mais positivos do que negativos”, aponta.  “Queremos saber se os médicos têm conhecimento das diretrizes éticas da profissão, para assim analisar se as ferramentas estão sendo bem utilizadas. Com os resultados obtidos no estudo, poderemos avaliar o desenvolvimento de ações educacionais de utilização dos aplicativos”, argumenta.

O estudante do 12° período do curso de Medicina da Faculdade de Medicina da UFMG e pesquisador do estudo, Iago Wolff, afirma que a pesquisa vai investigar como as ferramentas interferem nas relações profissionais dos médicos e na relação médico-paciente. “O estudo também analisa como os aplicativos podem contribuir nas discussões de casos clínicos, nas interações com os pacientes e no compartilhamento de conhecimentos”, ressalta.

Acesse o questionário.

Leia o termo de consentimento livre e esclarecido da pesquisa.

 

 

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