“Quando a medicina acaba, o médico tem que continuar. Não importa se há poucos recursos ou hospitais precários: ele tem que atender ao paciente e dar o melhor de si”. Esta foi uma das mensagens transmitidas aos alunos de Medicina da UFMG pelo cirurgião-geral e ex-aluno da Faculdade, Gustavo Monteiro Vasconcelos, convidado para apresentar a palestra “Minha vida depois de formado”, ministrada no último dia 15, no Salão Nobre da unidade.

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Com o objetivo amenizar as tensões da chegada do fim do curso, a palestra faz parte do calendário do Programa de Tutoria, que visa contribuir para a formação dos alunos e possibilitar o contato com as possíveis experiências no início da carreira médica, promovendo a reflexão. A iniciativa contou com a parceria com o Núcleo de Apoio Psicopedagógico aos Estudantes da Faculdade de Medicina (Napem).

Em sua apresentação, Gustavo orientou os participantes sobre as  possibilidades de mercado na Medicina. “Vocês devem aproveitar todos os momentos de aprendizagem dentro da Faculdade. E não precisam ficar tão ansiosos para definir qual residência farão”, aconselhou.

De acordo com o psicólogo do Napem, Gilmar Tadeu de Azevedo Fidelis, como em qualquer formação acadêmica, quando o fim do curso se aproxima, o aluno é acometido por um grande número de sentimentos relacionados ao futuro que o espera: desde a felicidade por uma etapa vencida, passando pela ansiedade de um mercado a ser conquistado e até mesmo pelo desespero, por muitas vezes não se sentir plenamente preparado para este novo momento.

“A palestra trouxe uma experiência rica em possibilidades práticas e buscou compartilhar com os alunos de graduação um sentimento de que é possível vivenciar esta fase com mais tranquilidade e leveza”, contou Fidelis.

A psicóloga do Napem, Maria Aparecida Miranda da Silva, avaliou que o palestrante também propiciou aos alunos uma reflexão sobre as escolhas, os riscos e o exercício da profissão.

 

 

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