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Inscrições para projeto para terceira idade até 3 de agosto


Publicado em: InternasQualidade de vida - 1 de agosto de 2017

Com atividades que valorizam o envelhecimento saudável e com qualidade, a nova edição do projeto Maioridade: universidade aberta para a terceira idade, que completa 25 anos, terá início nesta quinta-feira, 3 de agosto.

A iniciativa é da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional e

terá atividades até 4 de dezembro, sempre às segundas e quintas, das 14h às 17h, no Conservatório UFMG, na avenida Afonso Pena, 1.534, Centro.

Em parceria com professores da UFMG de diferentes áreas, como medicina, letras, música, enfermagem, odontologia, educação física e terapia ocupacional, o projeto oferece programação que inclui palestras, mesas-redondas, oficinas, dinâmicas, atividades físicas e socioculturais que abordarão quatro temas: Envelhecimento e saúde; Movimento e qualidade de vida; Aspectos psicológicos e sociais; Cotidiano e cultura.

Pessoas acima de 60 anos de idade devem se inscrever no site de cursos e eventos da Universidade. O investimento é de R$ 300 à vista ou seis parcelas de R$ 50.

Mais informações na página do projeto Maioridade no Facebook e pelo telefone (31) 3409 4220.

Trajetória
A coordenadora do projeto, professora Marcella Guimarães Assis, conta que o projeto tem sido frequentado por centenas de pessoas. Segundo ela, os diversos conteúdos eleitos em cada uma das temáticas são indicados pelos participantes, pela coordenação do projeto e pelos acadêmicos bolsistas e voluntários.

“Os participantes são estimulados, a partir de sua formação profissional e/ou experiências de vida, a compartilharem seus saberes com o grupo”, explica a coordenadora. Com relação ao perfil dos idosos ao longo desses 25 anos, Marcella Assis informa que predominam mulheres, em sua maioria viúvas ou casadas, com média de 74 anos e escolaridade diversificada – há desde pessoas analfabetas até graduadas e pós-graduadas.

“Esse perfil coincide com o de outras universidades para a terceira idade no país”, observa, destacando que um dos desafios é tornar o projeto mais motivador para o público masculino, ampliando a sua participação.

Outro desdobramento relevante, segundo a professora do Departamento de Terapia Ocupacional, tem sido a produção acadêmica resultante da iniciativa, como dissertações de mestrado, trabalhos apresentados em eventos científicos nacionais e internacionais e parcerias firmadas com outras instituições.

“O número crescente de participantes ativos do projeto, a cada ano, reafirma a convicção de que o processo de envelhecimento está sendo revisto e de que novos olhares têm possibilitado maior abertura ao conhecimento e ao compartilhamento de aprendizados”, pontua a professora Marcella Assis.

Redação: Cedecom/UFMG

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