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Encontro propõe normatizar pesquisa em trabalho e saúde – Faculdade de Medicina da UFMG

Faculdade de Medicina

Universidade Federal de Minas Gerais


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Encontro propõe normatizar pesquisa em trabalho e saúde


Publicado em: ExternasNotícias - 10 de julho de 2015

todosA Faculdade de Medicina da UFMG recebeu ontem e hoje, 9 e 10 de julho, especialistas nacionais e internacionais na área da saúde do trabalhador para o “II Encontro ibero-americano sobre inquéritos de condições de trabalho e saúde”. Durante o encontro foram apresentados comparativos entre as condições de trabalho, emprego e saúde nos países participantes.

Segundo a professora do Departamento de Medicina Preventiva e Social e organizadora do encontro, Ada Ávila Assunção, o objetivo foi sistematizar um trabalho que foi iniciado em novembro de 2014 no primeiro encontro da Rede de Especialistas em Pesquisas sobre Condições de Trabalho e Saúde, em Buenos Aires. “Trata-se de definir um modelo de instrumento, ou seja, um questionário para entrevistas, para investigações interessadas em compreender as relações entre trabalho, emprego e saúde”, explicou.

De acordo com a professora, a iniciativa do encontro surgiu a partir da dificuldade dos pesquisadores em comparar os resultados de pesquisas no campo devido à utilização de diferentes instrumentos para avaliar eventos semelhantes ou de examinar hipóteses relevantes no campo da saúde do trabalhador. “Os participantes foram divididos em grupos, que trabalharam para produzir um documento que será publicado em uma revista científica para divulgar o Consenso Acadêmico”, afirmou.

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Cecília Cornelio, coordenadora da Rede de Especialistas em Pesquisas sobre Condições de Trabalho e Saúde

Para Cecília Cornelio, da Superintendência de Riscos Profissionais (SRT) da Argentina e coordenadora da Rede, os objetivos do grupo são reunir e ampliar o campo de conhecimento trocando experiências reais, que vêem sendo aplicadas em países distintos. “Os encontros têm sido altamente positivos, por causa do intercâmbio de conhecimento e a possibilidade de partilhar experiências, técnicas, profissionalismo acadêmico e missões de cada país no contexto cultural e de emprego de cada um”, afirmou.

Segundo ela, atualmente participam da Rede: Argentina, Uruguai, Brasil, Chile, Peru, Equador, Colômbia, Costa Rica, Honduras, Guatemala, países da América Central, Espanha e a comunidade Europeia, através da Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho (Eurofound).

Greet Vermeylen, da Eurofound, falou sobre a importância de monitorar as condições de trabalho e saúde, para que sejam desenvolvidos instrumentos e políticas adequados. “É muito importante saber qual é a real situação de trabalho e saúde para ter boas políticas. Estamos todos lutando e tentando assegurar que as pessoas participem do mercado de trabalho e que eles continuem participando”, explica.

Greet ainda destacou o trabalho que está sendo realizado na América Latina, com a troca conhecimento entre os países e que um instrumento de pesquisa em comum será útil para dar continuidade. “Existem inquéritos que já estão consolidados em alguns países, já outros países ainda estão buscando inspiração. Acho que em uma situação ideal nós estaremos mais avançados e poderemos monitorar os problemas globais. É bem interessante descobrir quais são os problemas das condições de trabalho pelo mundo, e por isso eu acho que devemos continuar trabalhando juntos”, afirma.

Realização
O encontro foi realizado pelo Núcleo de Estudos em Saúde e Trabalho da Faculdade de Medicina da UFMG (Nest), a Universitat Pompeu Fabra de Barcelona, o Center For Research in Occupational Health (Cisal) e a Superintendencia de Riesgos Del Trabajo (SRT) da Argentina.

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