Alice Leroy*

Suplemento apresenta artigos sobre doenças crônicas não transmissíveis, como depressão, diabetes e hipertensão

Mesa-redonda e debatee apresentação de painéis em lançamento de suplemento. Foto: Carol Morena

Foi realizado ontem, primeiro de junho, o lançamento do suplemento temático “Doenças crônicas não transmissíveis e inquéritos populacionais”, da Revista de Saúde Pública (RSP). O lançamento aconteceu na Escola de Enfermagem da UFMG e contou com mesa-redonda e debate, além da apresentação de painéis.

O suplemento temático da Revista de Saúde Pública, referente aos inquéritos Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) e ao Vigitel (Vigilância dos Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), reúne artigos de pesquisadores de várias regiões do Brasil.

Doenças crônicas não transmissíveis

Professora Deborah Malta. Foto: Arquivo Escola de Enfermagem da UFMG

A organizadora da Revista, professora Deborah Malta, da Escola de Enfermagem explicou que as doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) são responsáveis por 75% dos óbitos do Brasil. Segundo ela, 45% da população brasileira refere ter algum tipo de doença crônica. “Esse é um problema real e os serviços tem que se organizar para atender esse conjunto de pessoas. A revista traz artigos muito interessantes que vão ser referência por muito tempo”, destaca.

O evento contou ainda com a presença da consultora técnica da área de Vigilância de doenças e acidentes (VIVA/SVS) do Ministério da Saúde, Cheila Marina, que reforçou a importância do suplemento temático. “Essa iniciativa é muito importante, uma vez que dissemina informações para os especialistas e os profissionais de saúde, bem como para a comunidade científica e a população brasileira. Assim, é possível reordenar intervenções na área de vigilância, prevenção e promoção da saúde pra população”, ressalta a consultora.

PNS e Vigitel
A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) foi executada pelo IBGE em parceria com o Ministério da Saúde em 2013. Foram coletadas informações em mais de 64 mil domicílios, com o objetivo de produzir dados sobre a situação e atenção à saúde da população brasileira.

Já o inquérito Vigilância dos Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), implantado desde 2006, utiliza-se de entrevistas telefônicas para ampliar o conhecimento do perfil epidemiológico da população brasileira.

Acesse o suplemento temático.

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*Redação: Alice Leroy – estagiária de jornalismo

Edição: Mariana Pires

 

 

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