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No dia 3 de março é celebrado o Dia Mundial da Audição. Com a intenção de promover o debate sobre questões de saúde auditiva, a Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou a campanha “Agir contra a perda auditiva: um bom investimento”. O objetivo é mostrar o impacto econômico causado pela negligência com o tratamento e a prevenção das perdas auditivas.

Segundo a OMS, cerca de 360 milhões de pessoas no mundo vivem com deficiência auditiva incapacitante. A perda auditiva causa enormes prejuízos não só para os pacientes, mas também para a economia global. A análise da organização estima que o custo anual da perda auditiva não tratada está na faixa de 750 a 790 bilhões de dólares por ano em escala global.

No caso dos adultos, a perda de produtividade devido ao desemprego e à aposentadoria prematura, entre pessoas com perda auditiva, é estimada em 105 bilhões de dólares anuais. Já as crianças, entre cinco e 14 anos, com perda auditiva não tratada, requerem um apoio educativo adicional de 3,9 bilhões de dólares. Os custos sociais, resultado do isolamento social, dificuldades de comunicação e estigmas relacionados às doenças, somam mais de 573 bilhões de dólares por ano.

Para que este cenário mude, a OMS recomenda que a perda de audição seja tratada como uma questão de saúde pública. Outro ponto é criação de políticas e estratégias para promover o acesso aos cuidados auditivos, que devem abordar a prevenção, o rastreio e a intervenção precoce da perda auditiva.

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